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Rabiscos Soltos

Rabiscos Soltos

Eu, ele, um gato e um sofá

Ora, no sofá cabemos os três, às vezes não se sabe bem de quem é aquela perna mas algures por ali há um gato. Geralmente o gato está no meu colo. Mas assim que ele se levanta, o gato salta do meu colo (ou de onde quer que esteja deitado), aninha-se por depressa no lugar que ele deixou vago e finge estar a dormir. Juro. Chega a esconder a cabeça nas patas e fechar os olhos. Ou fica na posição de esfinge, de olhos fechados. 15 segundo é o tempo que o meu gato leva a ocupar, à descarada, o lugar de onde ele se acabou de levantar e assim que ele volta ainda o olha com ar ofendido como que a dizer "então, eu estava aqui!!!".

Eu percebo que não acreditem mas isto acontece TODOS os dias. Às vezes mais do que uma vez por dia. 

O trágico é que ele volta, aninha-se em mim e o gato todo poderoso fica a dormir refastelado à vontade. Meio sofá para o gato, meio sofá para nós.

Oh, well, story of my live.

(um dia conto-vos como foi ouvir a fera rosnar à senhora que que vem cá a casa fazer umas limpezas...)

publicado às 23:47

Cenas da vida com um gato

Ele: O gato hoje de manhã estava super simpático, fartou-se de ronronar

Eu: hum..

Ele: Eu acho que sei porque é que ele é sempre simpático de manhã 

Eu: Porque lhe damos comida?

Ele: Sim, fica feliz por estarmos vivos e lhe irmos reforçar a ração

Eu: hum...

Ele: e gosta de nós de manhã

Eu: De mim ele gosta sempre.

Ele: ....

publicado às 20:19

ZéGato's update

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Apesar de infeliz, estamos muito mais calmos, activos e mimados. Segundo o dono, a parabólica já lhe permite apanhar a rádio moscovo. A alteração para o candeeiro de gama superior (12,5 cm) foi mais pacífica do que poderiamos pensar ou sequer sonhar. 

E finalmente já dormimos decentemente. Aliás ontem e hoje pouco mais se fez nesta casa.

Agora é ficar bom depressa para nos livrarmos desta cena e voltarmos à programação habitual

 

publicado às 17:12

A minha vida é isto

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Desde domingo que tenho um gato infeliz, deprimido e que me odeia. 

Porque tem uma ferida que para sarar não pode ser lambida teve que levar o funil, objecto tão odiado pelos gatos em geral e pelo meu em particular. 

Para além do filme de terror que foi pôr-lhe esta coisa, os últimos dias têm sido pavorosos. 

Para comer foi um castigo, para beber ainda mais (e eu em pânico que ficasse desidratado... até lhe enfiei água goela abaixo com uma seringa), para ir à casa de banho todo um sarilho ("ai que ainda arranja um problema de rins"), enfim, deu para tudo. E como podem ver sou pessoa para panicar muito facilmente com este gato. Mas acabámos por nos ir habituando (uns mais do que outros) e ele começa a conseguir fazer algumas coisas com o funil. Sob protesto, mas faz.

Aliás, conseguem imaginar uma das primeiras coisas que o meu gato aprendeu a fazer?

Não foi andar sem ser pelos cantos a tentar tirar aquilo. Também não foi andar com a cabeça no ar para não bater com os cornos no chão.

Não. O filho da puta o gato mai lindo do mundo já consegue ... chegar à ponta da ferida para a lamber e prolongar.

 

Tenho que ir hoje comprar um funil maior para lhe pôr e vai tudo começar outra vez.

A minha vida é isto.

 

publicado às 08:41

Os gatos da minha vida

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 Adoro ver como pessoas que obviamente não gostam de gatos se tornam gatodependentes num instante. Eu sempre adorei gatos. A verdade é que, tirando lesmas, gosto de todos os animais. Mas os gatos são, sempre foram, especiais. Sempre tive gatos em casa. Quando nasci estava lá em casa a Branquinha, que tinha o rabo cortado e uma devoção ao meu pai como nunca vi. A Violeta, filha da branquinha, era maluca e desapareceu no dia seguinte à mãe ter morrido. A Nina, filha da violeta, viveu comigo uns 16 anos. O Nico, filho na Nina devia sair à avó e tinha uma dose de loucura que o levou a mudar-se para ir viver com a cadela da vizinha e só voltava a casa quando eu lá estava. Viveu muito e morreu cedo. O Estrela foi adoptado pela Nina e vinha ao assobio ou quando a cadela o chamava. O Timon, o príncipe da casa, apaixonou-se pela minha cadela e era tão lindo e pachorrento que um dia foi roubado e nos partiu o coração. A minha mãe não quis mais gatos lá em casa... Mas depois a minha cadela (a tal do Timon) apaixonou-se pela princesa Sissi e mamãe adoptou-a. Ora Sissi, de princesa só tem o nome, gosta de farrabadó e ofereceu-nos os bichanos que hoje nos derretem o coração. À minha mãe, a Black, linda pantera negra e a mim o gato mai lindo de todos. 

Se isto vos interessa? Não, mas diz que ontem foi dia do animal e isso é uma óptima desculpa para, qual mãe babada, vir aqui mostrar a última foto do mais mimado lá de casa.

 

 

 

E para dizer que acredito que um gato (ou um cão) pode acabar com a solidão de algumas pessoas. Há pessoas que não podem ter um cão, por não serem capazes de os levar a passear, controlar, tratar. Mas um gato é quase auto-suficiente e pode ser uma companhia maravilhosa. Pode dar a alguns a companhia certa para lhes alegrar os dias, uma razão para viver. 

E digam lá... o meu bicho não é maravilhoso?

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publicado às 11:51

Eles sabem tão bem quando podem esticar a corda...

O meu gato é um santo. Dorme toda a noite (encostado a mim ou ao meu marido), é super silencioso à noite e nunca nos acorda de manhã (e não interessa a que hora acordemos). Quem tem gatos sabe o quão estranho e fantástico isto é.

Ora, eu fui uma semana para fora em trabalho e eles ficaram os dois sozinhos. 

No primeiro dia fora o meu marido dizia-me "o teu gato sentiu a tua falta, dormiu na sala e às 04 da manhã andava a miar pela casa". No segundo dia "O cabrão do teu gato voltou a não me deixar dormir, veio morder-me as mãos...". No terceiro "o teu gato fez um tal cagaçal que tive que o deixar ir para dentro do armário ou não dormia outra vez"... foi assim toda a semana e comecei a ficar preocupada, ter um gato a dormir dentro de um armário é um dos limites que não admito cruzar. 

Mas desde que cheguei não houve miados à noite, pedidos para ir para dentro do armário ou qualquer outra coisa... dorme que nem um anjo coladinho a mim. Coisa mais linda da dona.

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publicado às 21:05

Amor de Gato

Entro em casa e o ser de quatro patas vem logo ter comigo, com uma pausa para uma espreguiçadela, a dizer em gatês "tive saudades tuas". Distraída, pego-lhe ao colo e faço-lhe festinhas do focinho, como sei que ele gosta. Entro no quarto e, depois de deixar saltar-me do colo (sei que detesta mudanças bruscas) atiro-me para cima da cama - preciso descansar uns minutos antes de ir limpar a casa. 30 segundos depois sinto uma snifadela e uns bigodes junto à minha cara. Logo depois umas patas, com umas unhas demasiado afiadas, a amassar-me o ombro enquanto o ronronar aumenta de tom. Ficamos uns 10 minutos naquele namoro, ele aninhado em mim, patas esticadas enfiadas no meu cabelo e muito mimo.

Não, obviamente os gatos não gostam de ninguém.

 

PS (Tratei-te tão bem, dona, dei-te tantos miminhos e ainda assim tinhas que ligar o aspirador, não era?? e prometer que amanhã me cortas as unhas. Já não gosto de ti - assinado ZéGato

publicado às 22:09

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