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Rabiscos Soltos

Rabiscos Soltos

dias cinzentos

Que Setembro chegue (eu sei que já é dia 4, ok?) com a esperança dos recomeços. Para mim o Ano começa mais em Setembro que em Janeiro, fui estudante a maior parte da minha vida e filha de professora o resto do tempo, sempre andei ao ritmo dos anos lectivos e nem agora isso muda. 

Mas, dizia eu, que Setembro traga de volta a chuva e a esperança. Que nos tragas folhas brancas onde escrever, que nos traga noites mais longas, cheiro a terra molhada (um clássico, eu sei) e energia. Não sei quanto a vocês mas o sol e o calor deixam-me sem energia nenhuma, já estes dias cinzentos deixam-me com vontade de fazer cenas, de imaginar e concretizar. 

Eu sei que o mundo em geral está uma merda e o meu em particular também não está lá essas coisas mas hoje não me apetece pensar nisso, hoje apetece-me curtir o primeiro dia de Setembro (não sejam chatos, eu sei que já dia 4) com um sorriso e a certeza que vai correr bem.

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imagem daqui

 

publicado às 08:17

Novelas mexicanas

Todos os dias há mais uma polémica nas redes sociais. Labaredas de fogo-fátuo que no dia seguinte ninguém já se lembra, de tão ocupados com a nova polémica que surgiu. Seguir algumas destas polémicas é mais ou menos a mesma coisa que seguir uma novela mexicana. Há os protagonistas, os personagens secundários, o núcleo do humor e o vilão. Há, do outro lado da barricada, quem assista no sofá, quem opine nas revistas da especialidade (aka facebook e/ou Twitter), há quem veja outro canal e outra novela. A malta sofre, vive aquilo com uma intensidade tremenda mas depois, no final do dia, vai dormir e esquece o assunto, porque uma novela tem sempre um peso relativo na nossa vida.

E os vilões às vezes são castigados a sério, às vezes atinge-se resultados. Mas na maioria dos casos o que sobra destes fogos-fátuos são vitimas colaterais, de quem ninguém mais sabe nem quer saber.

publicado às 11:30

A linha ténue entre coentros e gente

Quando trago da horta coentros, daqueles que cheiram realmente a coentros e sabem realmente a coentros, não consigo deixar de pensar em certas pessoas que se acham tão especiais, tão genuínas, tão qualquer coisa e depois não passam de coentros de supermercado, sem cheiro nem sabor. 

(Falei em coentros, podia ter falado em salsa ou em nêsperas - a maioria das pessoas não faz ideia a que sabe qualquer uma destas três coisas apesar de as comprar regularmente)

publicado às 14:30

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