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Rabiscos Soltos

Rabiscos Soltos

A teoria e prática

Acho sempre divertidíssimas as discussões acerca dos horários de trabalho. E não pensem que vou dissertar acerca das alterações das 40 para as 35 e vice-versa. Nada disso. 

Para mim, teoricamente, as horários são para cumprir. As horas de entrada têm que ser cumpridas. As pausas a meio do dia - fundamentais para a sanidade mental e produtividade - são pausas breves, para beber um café ou fumar um cigarro, para fazer aquele telefonema importante que não nos deixa concentrar no que estamos a fazer. Mas o fundamental é que sejam breves - conta, peso e medida. E depois, a loucura: as horas de saída também são para cumprir. O horário pessoal, familiar, é fundamental para o equilibrio. Não confio naquelas pessoas que têm muito orgulho em trabalhar 12 horas por dia (e desprezo as que defendem horários de trabalho de 60 horas) como se isso fosse uma enorme qualidade. 

A verdade é que trabalhar 12 horas por dia tem duas leituras: ou a pessoa não está a fazer o trabalho certo para si, não tem capacidade para tal ou tem mais trabalho que devia ter. Se é o segundo caso, eu compreendo que toda a gente passa por fases em que há necessidade de trabalhar mais umas horas mas isso tem que ser uma expecção, não uma regra.

Posto isso, na prática: ando com trabalho até às orelhas, não sei para que lado me hei-de virar e estou a rezar a todos santinhos paraque esta fase passe depressa antes que a minha sanidade mental apanhe um avião e vá de férias.

 

publicado às 12:13

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